17 de setembro de 2019

Cinderela Pop (livro x filme), Paula Pimenta

3virgula14 | Cinderela Pop

Faz alguns anos que eu sou louca nos livros da Paula Pimenta. Desde Fazendo Meu Filme e Minha Vida Fora de Série. Também já li os quadrinhos de FMF (tem post aqui) e Uma Viagem Inesperada (que tem post aqui). E eu amo tanto os livros dela, ela é uma das minha escritoras preferidas do Brasil.

3virgula14 | Cinderela Pop

O livro conta a história da Cíntia, uma menina que levava a vida dela de boas até que um dia descobre que o pai dela trai a mãe dela com a secretária e eles se separam. Com isso, a mãe da Cíntia se muda de país pra ir atrás dos sonhos dela e a Cíntia vai morar com a tia. A tia dela namora um cara que é DJ e a Cíntia acaba se encantando por esse mundo e aprendendo tudo o que precisa saber.

Depois de um tempo sem falar com o pai, Cíntia precisa de sua ajuda: na escola proibiram o uso de celular, mas é o único horário que ela pode falar com a mãe que está no Japão. Com isso o pai faz um acordo (ou seria uma chantagem?): ela teria que ir na festa de 15 anos das gêmeas, filhas da secretária e enteadas dele. Ela aceita, por que não tem outra opção. Porém, nesse mesmo dia, ela tem uma festa pra tocar como DJ. O que ela só descobre depois é que a festa que ela vai tocar de DJ é a festa das gêmeas.

3virgula14 | Cinderela Pop

Ela dá um jeito de conseguir resolver esse problema e fazer as duas coisas: como a festa é a fantasia, ela usa uma fantasia pra ser a DJ e não usa fantasia pra ser a Cíntia. Nessa festa ela conhece Fredy Prince, um cantor que todo mundo ama, menos ela. Porém, nessa festa, ele se encanta por ela e ela por ele, mas ela não pode dizer quem ela é poe que se o pai descobre do seu trabalho de DJ, ele pode surtar.

Com isso, começa a história clichê realzona na Cinderela: onde ela tenta dizer que é ela, mas a madrasta descobre e faz chantagem pra ela e todo esse rolê da Cinderela oficial.

Eu amo a escrita da Paula e como ela desenvolve as personagens. Ela faz tu se sentir dentro do livro e se sentir a própria Cinderela. E convenhamos, eu sou a louca da Cinderela moderna! A Nova Cinderela, A Nova Cinderela: Era uma vez uma canção, Outro Conto da Nova Cinderela, etc foram filmes que marcaram a minha adolescência então eu tenho um carinho enorme por filmes de Cinderela dos dias atuais.

3virgula14 | Cinderela Pop

3virgula14 | Cinderela Pop

Cinderela Pop / Paula Pimenta. – 1ª. ed. – Rio de Janeiro: Galera Record, 2015.

Livro x Filme

Esse ano, lançou o filme Cinderela Pop. E, sim, tem algumas coisas que são bem diferentes entre o livro e o filme.

Pode ser que eu conte alguns spoilers aqui, então se não quiser saber é só pular essa parte!

A primeira coisa diferente é como a Cíntia descobre a traição do pai. No filme, é em na festa de bodas do casal em que todos os convidados descobrem a traição ao mesmo tempo. Já no livro, a Cíntia tá sozinha em casa e pega o pai e a secretária no quarto e vai contar pra mãe dela.

Outra coisa diferente é a profissão da mãe da Cíntia, em ambos ela é arqueóloga, mas no filme ela larga tudo quando casa. No livro, ela continua trabalhando e viaja muito, e isso seria a causa da traição do marido, sendo ele.

A profissão da Tia Helena também é diferente, no filme ela é poetisa contemporânea e no livro ela é designer e desenhista.

Outra diferença que tem é quando a Cíntia descobre que vai tocar na festa das irmãs: no filme, ela descobre quando chega na festa pra tocar. Já no livro, ela descobre antes.

Tem ainda mais algumas diferenças mas as que mais marcam são essas mesmo.

Quem quiser comprar o livro, é só clicar aqui. O filme está disponível na Netflix aqui.

Redes sociais da Paula:
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Beijo, beijo. Leiam o livro , vejam o filme, acompanhem a Paula nas redes sociais, leiam os outros livros dela. É isto!

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Pietra Olsen
5 de setembro de 2019

Playlist do mês (ago/19)

Eu contei nesse post aqui que todo mês eu crio uma playlist nova com as músicas do mês e o porquê de eu fazer isso. Sendo assim, resolvi que vou compartilhar as playlists todo mês e falar um pouco sobre as músicas que mais escutei no mês.

Confesso que as primeiras músicas eu coloquei no primeiro dia do mês, eu acho e nunca mais escutei. O que eu mais escutei mesmo é o que vem depois da 17ª música mesmo, que é onde começa uns funkzin e umas outras musiquinhas que eu escutei afu.

Vamos pras músicas que eu mais gostei de conhecer esse mês, pessoal:

Suas Linhas – Carol Biazin

Eu já conhecia a Carol mas acho que nunca tinha parado muito pra escutar as músicas dela. Acontece que eu acabei escutando sem querer a música Suas Linhas e viciei completamente! Passei uma semana escutando só ela em looping infinito, eu juro!

Nem de Graça – Pixote

Então, numa postagem do Instagram uma amiga minha postou um #tbt cantando Insegurança do Pixote, o que resultou em: uma Pietra escutando Pixote a semana inteira. E com isso eu descobri a Música Nem de Graça e tô apaixonada nela até agora.

Menina Solta – Giulia Be

Ba, eu escutei essa menina essa semana e foi paixão na primeira escutada. Cara que menina maravilhosa, tanto essa música quanto a música Chega são tão gostosinhas e tão numa vibezinha boa que eu tô escutando direto.

Menor Periferia – MC Magal e MC G15

Não seria eu se não tivesse um funk nas mais tocadas do meu mês. Eu descobri essa música sem querer também e eu gostei tanto do ritmozinho dela e da vibe dela que só tenho escutado ela desde que descobri ela.

Em agosto foi isso, no final de setembro teremos postzin de novo sobre as músicas mais tocadas no mês. Será que vai ser tão aleatório quanto foi esse mês?

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Pietra Olsen
3 de setembro de 2019

Sobre ter uma playlist por mês

Bom, quem me conhece já sabe o quanto as minhas playlists são aleatórias. Principalmente por que elas são separadas por mês. Isso mesmo, eu tenho uma playlist pra cada mês do ano! Tudo bem, eu tenho umas 7 playlists que são temáticas: Pra Pi rebolar a rabinha, Good Vibes, Oldzin da Pi, Não-tão-conhecidas-mas-amorzinha, Não faço ideia, Amorzíneo e Disney.

Mas no geral, desde 2016, todo dia 1º do mês eu crio uma playlist nova com as músicas que tô escutando no mês, com músicas antigas que voltei a escutar naquele mês, com músicas que só conheci naquele mês. Tem músicas que se repetem em várias playlists, por que continuei escutando de um mês pro outro. Tem música que só tem em uma playlist mesmo e depois nunca mais eu ouvi.

É engraçado por que dá pra traçar uma linha de como estava a minha vida naquela época. Dá pra eu me lembrar da época em que as coisas aconteceram, por que as vezes me lembro das músicas que eu escutava na época. Eu consigo saber a época que eu tava afim de uma pessoa específica, a época que eu só queria ir em festinha dançar funk, a época que eu tava mais calminha escutando música country, quando descobri uma banda nova que eu amei naquele mês e nunca mais lembrei dela.

É um sentimento nostálgico parar pra escutar as playlists antigas e é tão gostosinho lembrar daquele mês que aconteceu algo especial: uma viagem, uma comemoração.

E inclusive é mais engraçado ainda quando alguém revolve analisar minhas playlists. Uma menino do trabalho, o Robinho, um tempo atrás parou pra analisar minhas playlists e ele conseguiu acertar algumas coisas só pelo tipo de música que eu escutei na época.

Outra coisa que acaba acontecendo é: minha banda preferida acaba aparecendo em pouquíssimas playlists: Fresno eu escuto direto no artista mesmo, por que, apesar de ser minha banda preferida, ela é uma banda que eu escuto em um dia e depois passo muito tempo sem escutar então eu nunca paro pra colocar em playlist.

Eu entendo quem não consegue criar playlists assim, mas pra mim funciona. Eu gosto de lembrar das coisas e as playlists me fazem lembrar das coisas que aconteceram naquele mês. Eu recomendaria a todo mundo testar esse jeito que organizar as músicas, é engraçado relembrar depois.

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Pietra Olsen
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