6 de junho de 2019

Nosso Último Verão

No post sobre A Cinco Passos de Você, eu contei que eu a-m-o Riverdale e sou apaixonada pelo Jughead, até aí tudo bem mas eu realmente não gosto do Archie, porém isso não me impede de achar o KJ Apa um bom ator, eu não gosto é do personagem mesmo. Então quado eu vi que a Netflix lançou uma comédia romântica com ele de protagonista logo pensei ser uma ótima oportunidade de ver ele atuando num papel que eu goste.

O filme conta a história de Griffin, que apesar de amar música, vai cursar Administração por conta da pressão de seu pai. Ele é afim de Phoebe, que não quer distrações pois precisa terminar seu documentário para a faculdade de cinema. Tem também a Erin e o Alec, que foram namorados por 2 anos e acabaram decidindo terminar nesse verão para não irem pra faculdade solteiros.

Não vou negar, o filme é um daqueles clichêzões de vamos aproveitar o último verão do antes do resto das nossas vidas e tals, mas é fofinho. Gostei muito mais do KJ Apa como Griffin do que como Archie então só por isso já valeu apenas afú.

Assistam, é apenas isso que eu digo.

Nenhum comentário
Pietra Olsen
4 de junho de 2019

Engano Irresistível, Vi Keeland

Esse foi um daqueles livros que eu descobri sem querer e resolvi ler de uma hora pra outra naquele momento ali mesmo. Basicamente, eu tava lendo uma fanfic Bughead e acabei descobrindo que na verdade era um livro e a guria só tinha trocado o nome dos personagens: então resolvi ler o livro verdadeiro o mais rápido possível.

E foi o que eu fiz! Li o livro m-u-i-t-o rápido mesmo, acho que em um/dois dias. Não é um tipo de livro que eu lia muito, com uma pegada mais erótica, mas acabou que eu descobri que é um dos tipos de livro que mais prendem a minha atenção, possivelmente por os personagens terem mais ou menos a minha idade e por serem mais reais do que os romances adolescentes que eu costumo ler. Geralmente livros de romance tem uma premissa muito parecida, a diferença é que em livros adolescentes os problemas e as confusões são mais bobinhas que em livros nesse estilo. Então, acabei me prendendo muito na história e querendo muito ler outros livros nesse estilo.

O livro conta a história de Rachel e Caine. Começa com a Rachel em uma festa brigando e xingando um cara que ela acredita ser o ex embuste da amiga dela e logo descobrindo que não é. No outro dia, ela vai atrasada pro primeiro dia com o novo professor de música que ela vai ser assistente, Caine. Imagina a surpresa dela quando ela descobre que Caine é o cara que ela xingou na festa do outro dia! E ainda por cima, ele não tolera atrasos!

Obvio que a relação de professor/assistente já começa conturbada por conta desse incidente e dos atrasos da Rachel, mas com o tempo eles vão se entendendo e a atração vai crescendo. Bem que o Caine tenta não se deixar levar, mas depois de um tempo ele acaba desistindo e se entrega a paixão pela Rachel.

Durante o livro, temos alguns flashbacks do passado deles, principalmente do Caine. Enquanto a gente vai lendo, percebe que tem alguma coisa no passado do Caine que não tá bem resolvida, e quando ele começa a sentir como se já conhecesse a Rachel, a gente tenta ficar ligando os pontinhos. Até que em um momento do nada, a gente percebe como as coisas se ligam e MINHA NOSSA SENHORA é um baque bem grande!

O problema do passado dos dois e como o Caine se sente em relação a isso no presente é bem complicado, ainda mais com a culpa que ele sente pelo que aconteceu.

A escrita da Vi Keeland é maravilhosa, ela te faz querer ler o livro cada vez mais e te faz querer saber mais da história a cada palavra que tu lê.

Eu li o livro em epub, então não tenho fotinhos dele mas é um livro que eu quero comprar físico e que eu leria de novo com certeza. (mas segue a foto da capa do livro que pelo que fiquei sabendo deu toda uma treta com a capa original:)

3virgula14 | Engano Irresistível

Engano Irresístivel / Vi Keeland; tradição de Alinne Salles. – – São Paulo: Universo dos Livros, 2018.

Quem quiser comprar o livro, é só clicar aqui.

Nenhum comentário
Pietra Olsen
20 de maio de 2019

O dia que eu coloquei um piercing

Umas duas semanas atrás, minha professora de Inovação deu uma aula maravilhosa sobre criatividade: assistimos um documentário e debatemos sobre o fato de que sair da zona de conforto aumenta a nossa criatividade. Quando a gente faz coisas que não estamos acostumados a fazer, abrimos uma gama maior ainda de possibilidades e ideias novas pra gente. Ela questionou o que a gente tinha feito nos últimos tempos de novo, de algo que a gente nunca tenha feito na vida e cada aluno contou sobre as suas coisas, eu contei sobre a viagem pra Curitiba e o quanto ela foi significativa pra mim. No final da aula, ela nos fez um desafio: a gente teria que fazer algo que a gente tinha vontade mas que a gente nunca tinha feito na vida por qualquer motivo. Claro, tinham regras: não podia ferir a integridade física e moral de si mesmo e de outras pessoas, teria que ser algo que poderia ser documentado e que mudasse algo na nossa vida.

Eu fiquei bem em dúvida do que fazer e pedi ajuda do povo: teve gente que disse pra eu comer sushi, mas isso não ia mudar muito na minha vida; teve também ir no cinema sozinha (eu ainda quero fazer); teve fazer um vídeo falado pro youtube (eu ainda quero fazer também); eu também pensei em ir fazer trabalho voluntário, mas era muito em cima da hora. E teve uma ideia que me conquistou: colocar um piercing. Eu sei, num primeiro momento parece aleatório e que não vai mudar nada na minha vida, mas eu vou contextualizar e tudo vai fazer sentido sobre o porquê de eu ter escolhido fazer isso.

Pra muitas pessoas não é novidade que eu tenho alguns problemas em fazer qualquer coisa sem a aprovação dos meus pais. Conseguir fazer qualquer coisa que meus pais não aprovem ou não concordem é bem complicado pra mim. O que me limita muito com as coisas que eu quero fazer. E isso sempre aconteceu com o fato de eu querer colocar um piercing. Eles não aprovavam e eu adiava a ideia: quem sabe quando eu morar sozinha, quem sabe quando… As condições eram infinitas!

Desde o ano passado eu mudei muito, eu passei a perceber o quanto eu preciso fazer as coisas por mim e as coisas que eu quero fazer. Foi isso que aconteceu com a viagem pra Curitiba e um dos motivos de eu ter ido.

Então eu decidi colocar o piercing. Beleza, não é algo grandioso nem nada, pra falar a verdade é algo bem pequeno, mas pra mim fez toda a diferença. Conseguir fazer as coisas apesar das críticas e da não aprovação da minha própria família, sabe? Tudo bem, não é algo que faria eu ser expulsa de casa nem nada, é óbvio. Mas eu também não poderia começar metendo o louco né? Hihi

E o que isso mudou na minha vida? Eu consigo visualizar mais as possibilidades que eu tenho apesar da opinião dos outros. É claro que eu não consigo 100%, mas saber que eu fiz algo me motiva a pensar nos que eu realmente quero fazer e que eu nunca fiz por causa dos outros.

Então é isto. Façam as coisas de vocês e por vocês, independente do que os outros vão pensar ou dizer.

Ah, e pra quem quiser saber: eu coloquei meu piercing com a Jully da Design Tattoo aqui em Guaíba mesmo.

Nenhum comentário
Pietra Olsen
<<...91011...20...>>